martes, 28 de mayo de 2013

A CORRETA IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA NA INDÚSTRIA

A CORRETA IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA NA INDÚSTRIA

Por, Thiago Macedo Sampaio


Resumo

O presente artigo, faz um estudo quantitativa e qualitativa sobre as razões fáticas que evidenciam a necessidade ou a eficiência da implementação do plano de carreira pre fixado. Num primeiro momento usará de maneira multidisciplinar de dados diversos a cerca da sociedade contemporânea, e por conseguinte apontará os motivos encontrados em estudos e observados em exemplos reais.


Palavras-chave: Plano de carreira, Industria, Motivacao.


APLICACIÓN CORRECTA DEL PLAN DE CARRERA EN LA INDUSTRIA
Thiago Macedo Sampaio
Se graduó en Derecho y Marketing

Resumen

En este trabajo se hace un estudio sobre las razones de hecho cuantitativos y cualitativos que demuestran la necesidad o eficacia de la aplicación del plan de carrera previamente establecido. Con el primer uso de un multidisciplinarios diversos datos acerca de la sociedad contemporánea, y por lo tanto, señalar los motivos encontrados en los estudios, y se observa en ejemplos reales.


Palabras claves: trayectoria profesional, Industria, motivación.





A CORRETA IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA NA INDÚSTRIA


Desde o início da vida o homem motiva-se pela habitual evolução.


Com o tempo, evolução tornou-se necessidade à estima humana. Querer ser melhor do que outrora ou que agora, passou a motivar o aumento da racionalização humana.

O crescimento da evolução racional alcançou todos os setores sociais, em especial o trabalho.

O progresso profissional passou a ser um dos principais fatores de satisfação humana, ou seja, passou a ser um dos principais indicadores do estado de felicidade.

Mas a indústria contemporânea padece de um erro crucial, a indústria não convence os trabalhadores apenas com a possibilidade de promoção profissional, e com isso acaba afastando do setor potencial mão-de-obra adequadamente ou potencialmente qualificadas.

É fato que vários estudos vem revelando as vantagens da promoção interna em desproveito da contratação externa. No entanto, não há uma visualização concreta da possibilidade destas promoções, existe apenas possibilidades. Acontece que os novos profissionais não buscam qualificação para viver de suposições e possibilidades, eles buscam retorno certo do que investiu para qualificar-se, da mesma forma que o desempenho do trabalhador desqualificado sem certa possibilidade de evolução profissional será inferior ao daquele que visualiza chances reais de progresso.

A necessidade de evolução profissional é comum a todo trabalhador que sonha e que merece a oportunidade de progredir profissionalmente conforme for qualificando ou conseguindo experiência.


Historicamente vários incidentes conduziram a indústria a esta necessidade de convencer os profissionais efetivos e potenciais de que seus esforços serão reconhecidos em prol do aumento da quantidade e qualidade da produção.

O chamado capitalismo industrial surgiu em meados do século XIX impulsionado pela Segunda Revolução Industrial, e consiste no reinvestir na própria empresa de parte dos lucros do negócio iniciado sem grandes recursos, ou seja, expansão gradual usando exclusivamente o recurso próprio.

Recordando, a Segunda Revolução Industrial também chamada de Imperialismo, aconteceu na segunda metade do Século XIX, e consistiu: 1) na expansão técnico-científica da comunicação pessoal e comercial entre nações antes separadas mediante criação do telefone e construção de estradas de ferro; na invenção  do dínamo, que é uma máquina produtora de eletricidade; invenção do motor de combustão interna, que impulsionou a produção automotiva; no processo Bessemer, quando descobriram que a injeção de um jato de ar no minério de ferro em fusão reduzia a taxa de carbono, transformando este em aço.

A Segunda Revolução Industrial alterou o cenário geográfico mundial, pois proporcionou o crescimento do fluxo migratório tanto da população de países pobres para países industrializados quanto da população das cidades pequenas e da zona rural para os centros urbanos industrializados.

Com isso, o crescimento do número de trabalhadores e suas famílias nas metrópoles acarretou na necessidade de melhor atender a esta sociedade de massa, mediante os processos produtivos capitalistas.

Naquele momento Henry Ford inovou com a produção automotiva do Ford modelo T, fabricado nos Estados Unidos. Para produzir mais, o foco do modelo criado por Henry Ford ‘e no fracionar do processo produtivo capacitando os trabalhadores para estratégica e fisicamente colocados em posições específicas para executarem funções também específicas como parte do todo do processo produtivo. Importante perceber que este método produtivo ao invés de exigir do trabalhador básicos conhecimentos de todo o processo de produção, exige a mais eficiente possível realização de função específica.

O modelo de produção capitalista da Segunda Revolução Industrial efetivamente aumenta a produção industrial, em contrapartida, sociologicamente, aumentou também o ideal individualista dos trabalhadores de forma refletir a em toda a sociedade que passou a buscar a exploração desenfreada de seus subordinados e dos recursos naturais.

Já no século XX, o modelo produtivo capitalista começou a submeter-se após coarção social aos estudos técnicos-científicos que condenam o crescimento industrial e social sem atentar-se as responsabilidades sociais, em especial as questões envolvendo irreparáveis prejuízos ambientais.

Contudo, os avanços técnicos-científicos decorrentes da Segunda Revolução Industrial e o amadurecimento social, em especial o industrial, influenciaram no desenvolvimento de modelos de produção em larga escala e de forma consciente.

O novo cenário industrial prioriza além da especialização da mão-de-obra, a motivação de seus agentes de produção e da conquista dos consumidores, atentando-se ainda à responsabilidadesocial da indústria.

No entanto, falta a criação de métodos padronizados de treinamento e motivação destes agentes humanos de produção, faltam estudos mais concretos do que funciona ou não nas relações internas das indústrias.

Outro problema é a insubordinação psicológica dos trabalhadores áqueles supervisores, coordenadores e gestores que não passaram pelos setores primários de produção.

Diante dos mencionados elementos fica claro que  o plano de carreira pré-fixado relacionando tempo de carreira com nível de escolaridade e de qualificação profissional com jornada de trabalho com vencimentos, funciona como um importante aliado motivacional.

O pré-fixar de um plano de carreira visa convencer os agentes de produção do merecimento da promoção de determinado trabalhador, combatendo a insubordinação psicológica.

Com o plano de carreira pré-fixado, o superior hierárquico terá sob sua subordinação trabalhadores que acreditam em sua competência e não “puxa-sacos”, que apostam na “bajulaçao” como arma promocional para obter facilidades.

Desta forma, concluimos com a percepção de que a produção industrial deverá inovar seu modelo motivacional, observando a referida implantação do plano de carreira na indústria, o qual usa de requisitos objetivos e claros motivadores da promoção de seus trabalhadores, aumentando a confiabilidade dos agentes humanos de produção.

A implementacao do plano de carreira na industria depende de estudo e desenvolvimento de projeto de pessoa capacitada e representa importante investimento.

ANEXO


Modelo de Plano de Carreira