A CORRETA IMPLEMENTAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA NA
INDÚSTRIA
Por, Thiago Macedo Sampaio
Por, Thiago Macedo Sampaio
Resumo
O presente artigo, faz
um estudo quantitativa e qualitativa sobre as razões fáticas que evidenciam a
necessidade ou a eficiência da implementação do plano de carreira pre fixado.
Num primeiro momento usará de maneira multidisciplinar de dados diversos a
cerca da sociedade contemporânea, e por conseguinte apontará os motivos
encontrados em estudos e observados em exemplos reais.
Palavras-chave: Plano
de carreira, Industria, Motivacao.
APLICACIÓN CORRECTA DEL
PLAN DE CARRERA EN LA INDUSTRIA
Thiago Macedo Sampaio
Se graduó en Derecho y
Marketing
Resumen
En este trabajo se hace un estudio sobre las razones
de hecho cuantitativos y cualitativos que demuestran la necesidad o eficacia de
la aplicación del plan de carrera previamente establecido. Con el primer uso de
un multidisciplinarios diversos datos acerca de la sociedad contemporánea, y
por lo tanto, señalar los motivos encontrados en los estudios, y se observa en
ejemplos reales.
Palabras claves: trayectoria profesional, Industria, motivación.
Desde o início da vida o homem motiva-se pela
habitual evolução.
Com o tempo, evolução tornou-se necessidade à estima
humana. Querer ser melhor do que outrora ou que agora, passou a motivar o aumento
da racionalização humana.
O crescimento da evolução racional alcançou todos os
setores sociais, em especial o trabalho.
O progresso profissional passou a ser um dos
principais fatores de satisfação humana, ou seja, passou a ser um dos
principais indicadores do estado de felicidade.
Mas a indústria contemporânea padece de um erro
crucial, a indústria não convence os trabalhadores apenas com a possibilidade
de promoção profissional, e com isso acaba afastando do setor potencial
mão-de-obra adequadamente ou potencialmente qualificadas.
É fato que vários estudos vem revelando as vantagens
da promoção interna em desproveito da contratação externa. No entanto, não há
uma visualização concreta da possibilidade destas promoções, existe apenas
possibilidades. Acontece que os novos profissionais não buscam qualificação
para viver de suposições e possibilidades, eles buscam retorno certo do que
investiu para qualificar-se, da mesma forma que o desempenho do trabalhador
desqualificado sem certa possibilidade de evolução profissional será inferior
ao daquele que visualiza chances reais de progresso.
A necessidade de evolução profissional é comum a
todo trabalhador que sonha e que merece a oportunidade de progredir
profissionalmente conforme for qualificando ou conseguindo experiência.
Historicamente vários incidentes conduziram a
indústria a esta necessidade de convencer os profissionais efetivos e potenciais
de que seus esforços serão reconhecidos em prol do aumento da quantidade e
qualidade da produção.
O chamado capitalismo industrial surgiu em meados do
século XIX impulsionado pela Segunda Revolução Industrial, e consiste no
reinvestir na própria empresa de parte dos lucros do negócio iniciado sem
grandes recursos, ou seja, expansão gradual usando exclusivamente o recurso
próprio.
Recordando, a Segunda Revolução Industrial também
chamada de Imperialismo, aconteceu na segunda metade do Século XIX, e consistiu:
1) na expansão técnico-científica da comunicação pessoal e comercial entre
nações antes separadas mediante criação do telefone e construção de estradas de
ferro; na invenção do dínamo, que é uma
máquina produtora de eletricidade; invenção do motor de combustão interna, que
impulsionou a produção automotiva; no processo Bessemer, quando descobriram que
a injeção de um jato de ar no minério de ferro em fusão reduzia a taxa de
carbono, transformando este em aço.
A Segunda Revolução Industrial alterou o cenário
geográfico mundial, pois proporcionou o crescimento do fluxo migratório tanto
da população de países pobres para países industrializados quanto da população
das cidades pequenas e da zona rural para os centros urbanos industrializados.
Com
isso, o crescimento do número de trabalhadores e suas famílias nas metrópoles
acarretou na necessidade de melhor atender a esta sociedade de massa, mediante
os processos produtivos capitalistas.
Naquele
momento Henry Ford inovou com a produção automotiva do Ford modelo T, fabricado
nos Estados Unidos. Para produzir mais, o foco do modelo criado por Henry Ford ‘e
no fracionar do processo produtivo capacitando os trabalhadores para
estratégica e fisicamente colocados em posições específicas para executarem
funções também específicas como parte do todo do processo produtivo. Importante
perceber que este método produtivo ao invés de exigir do trabalhador básicos
conhecimentos de todo o processo de produção, exige a mais eficiente possível
realização de função específica.
O
modelo de produção capitalista da Segunda Revolução Industrial efetivamente
aumenta a produção industrial, em contrapartida, sociologicamente, aumentou
também o ideal individualista dos trabalhadores de forma refletir a em toda a
sociedade que passou a buscar a exploração desenfreada de seus subordinados e
dos recursos naturais.
Já
no século XX, o modelo produtivo capitalista começou a submeter-se após coarção
social aos estudos técnicos-científicos que condenam o crescimento industrial e
social sem atentar-se as responsabilidades sociais, em especial as questões
envolvendo irreparáveis prejuízos ambientais.
Contudo,
os avanços técnicos-científicos decorrentes da Segunda Revolução Industrial e o
amadurecimento social, em especial o industrial, influenciaram no
desenvolvimento de modelos de produção em larga escala e de forma consciente.
O novo cenário industrial prioriza além da
especialização da mão-de-obra, a motivação de seus agentes de produção e da
conquista dos consumidores, atentando-se ainda à responsabilidadesocial da
indústria.
No
entanto, falta a criação de métodos padronizados de treinamento e motivação
destes agentes humanos de produção, faltam estudos mais concretos do que
funciona ou não nas relações internas das indústrias.
Outro
problema é a insubordinação psicológica dos trabalhadores áqueles supervisores,
coordenadores e gestores que não passaram pelos setores primários de produção.
Diante
dos mencionados elementos fica claro que o plano de carreira pré-fixado relacionando
tempo de carreira com nível de escolaridade e de qualificação profissional com
jornada de trabalho com vencimentos, funciona como um importante aliado
motivacional.
O
pré-fixar de um plano de carreira visa convencer os agentes de produção do
merecimento da promoção de determinado trabalhador, combatendo a insubordinação
psicológica.
Com
o plano de carreira pré-fixado, o superior hierárquico terá sob sua
subordinação trabalhadores que acreditam em sua competência e não “puxa-sacos”,
que apostam na “bajulaçao” como arma promocional para obter facilidades.
Desta
forma, concluimos com a percepção de que a produção industrial deverá inovar seu
modelo motivacional, observando a referida implantação do plano de carreira na
indústria, o qual usa de requisitos objetivos e claros motivadores da promoção
de seus trabalhadores, aumentando a confiabilidade dos agentes humanos de
produção.
A implementacao
do plano de carreira na industria depende de estudo e desenvolvimento de
projeto de pessoa capacitada e representa importante investimento.
ANEXO
Modelo
de Plano de Carreira

